ARARA VERLAG KARLSRUHE
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AutorAs E Autores de Grenzenlos

Thais Lancman nasceu em 1987, em São Paulo. Jornalista de formação, já ensaiava desde o início da faculdade a partida rumo à ficção, embora tenha concluído o curso e trabalhado durante três anos como repórter política. Hoje, além de escritora, a autora estuda literatura judaica norte-americana, baseando-se no autor americano Saul Bellow para sua pesquisa de mestrado.

O conto Sal, até hoje inédito no Brasil, foi escrito em 2013. No ano seguinte, a autora, que promete sucesso, publica a novela Palito de Fosfeno (Editora Reformatório), seu primeiro livro, que relata a estória de Cedi, uma jovem de cidade grande, que muda suas prioridades após uma visita ao planetário, decidindo reinterpretar o cosmos.

Thais ainda ocupa o seu tempo como bailarina de dança contemporânea e padeira, com amor e dedicação inversamente proporcionais ao talento.

 

Rodrigo Rosp nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, mas cresceu em Porto Alegre, onde mora até hoje. Desde cedo, na escola, desenvolveu o vício da escrita, e jamais conseguiu abandoná-lo. Nas salas de aula da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), fez graduação em Publicidade e Propaganda e pós-graduação em Estudos Linguísticos do Texto. Passou quase dez anos em oficinas de criação literária e, mais tarde, fez mestrado em Escrita Criativa na PUC-RS.

Em 2007, teve seu primeiro conto impresso em livro: Linguista, na coletânea de terror Ficção de polpa. Depois, criou a Não Editora e lançou três livros de contos: A virgem que não conhecia Picasso (2007), Fora do lugar (2009) e Fingidores – comédia em nove cenas (2013, semifinalista do Prêmio Portugal Telecom de Literatura), além de ter organizado a coletânea de contos cinematográficos 24 letras por segundo (2011), todos pela Não Editora. Como se não bastasse apenas uma editora, Rodrigo criou também a editora Dublinense, em 2009, e hoje vive do ofício de editor e escritor.

 

Kakao Braga é o pseudônimo de Katia Elisa Pinto. Nasceu em 1967 em São Paulo, Brasil. É mestiça. Descendente de índios, negros e europeus. Seu pai, militar e dirigente de um dos grupos revolucionários brasileiros, desapareceu durante a ditadura militar. Morou no Chile e na Argentina, onde frequentou a escola primária. É amante de livros, filmes de cinema e viagens.  Atuou por muitos anos como assessora de imprensa de diversas empresas nacionais e internacionais.

Formada em jornalismo e pós-graduada em Argumento e Roteiro para Cinema e Televisão, Kakao Braga cursou a Escuela Internacional de Cine e TV em Cuba. Kakao Braga atua como  editora da Revista virtual Decifra-me (www.revistadeciframe.com) e dedica-se ao seu blog: http://kakaobraga.wordpress.com, onde publica periodicamente contos infantis. Atualmente a autora escreve um livro de literatura infantil e outro juvenil.

Inédito no Brasil, o conto Me dei bem foi criado em 2014.

 

Rafael Mendes nasceu em 1983, em São Paulo, cidade onde sempre morou. Divide o tempo entre o trabalho numa rede de livrarias, as cervejadas com os amigos, no final do expediente, e as brincadeiras com os filhos, nos finais de semana.  Entre uma atividade e outra, dentro do ônibus, de madrugada ou no horário de almoço, escreve. Seus textos retratam sobretudo a vida simples da classe média paulistana, as mazelas e as frustrações das famílias suburbanas, o cotidiano dos trabalhadores e das donas de casa. Em seus textos notam-se influências de escritores estrangeiros, como Raymond Carver, Maupassant, Tolstói e Flaubert, além de escritores brasileiros, como Machado de Assis e Graciliano Ramos.

Em 2012, publicou seu primeiro livro, a coletânea de contos A melhor maneira de comprar sapato, pela editora Confraria do Vento, onde foi publicado o conto Joelhos pesados. Em 2014, pela mesma editora, Rafael Mendes lançou Fôlego, seu primeiro romance.

 

Roberta Mélega Cortizo nasceu em 1977 em São Paulo. Durante o terceiro ano da faculdade de jornalismo Roberta descobre seu interesse pela cultura indígena, o que a levou a conhecer de perto as tribos indígenas Kamaiurá, Yawalapiti e Mehinako, no Xingu, estado do Mato Grosso. Motivada, a autora prossegue seus estudos de mestrado em antropologia e convive não apenas com os povos Yanomami e Coripaco, durante seu trabalho de campo no Amazonas, mas também com índios, padres, militares, pastores, garimpeiros, médicos e ambientalistas, o que a trouxe uma grande riqueza de experiências e reflexões.  

Atualmente Roberta vive em Brasília, onde trabalha no Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, com programas sociais para as famílias brasileiras de baixa renda.

Qualquer uma de nós poderia fazer isso foi publicado eletronicamente em 2005 no site www.sergio.cortizo.com.br/roberta

 

Rodrigo Domit nasceu em 1984 em Curitiba, Paraná, cidade modelo de organização, mas despontou para a literatura no Rio de Janeiro, cidade modelo do caos. Coautor da antologia Vem cá que eu te conto (2010), foi contemplado, um anos depois, com o Prêmio Utopia e publica a obra Colcha de Retalhos.

No início de suas atividades como escritor, Rodrigo foi várias vezes agraciado com prêmios por sua produção literária. Além disso, o autor é organizador e editor do blog Concursos Literários, através do qual divulga e fomenta projetos de incentivo à leitura e à produção literária lusófona em todo o Brasil e no mundo. Graduado em Comunicação Social pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Rodrigo escreveu como projeto de conclusão de curso sobre o tema Novas estratégias para o mercado editorial. Atualmente, vive geograficamente isolado dos círculos literários, em Jaraguá do Sul, Santa Catarina, para reavaliar trajetos percorridos e traçar planos para o futuro.

 

Daniela Langer nasceu em 1978 em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Após graduação em Publicidade e Propaganda com especialização em Webdesign na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Daniela cursou pós-graduação em literatura e cultura regional na Universidade de Caxias, participando de vários cursos de criação literária na oficina de Charles Kiefer.

Em 2005 a autora vence o segundo lugar em concurso de contos Osman Lins pelo texto Morrente, da Fundação de Cultura do Recife. Em 2006, Daniela Langer é uma das finalistas agraciadas pelo 2° concurso de contos Charles Kiefer.

 

Marcelo Nocelli nasceu em 1973, em São Paulo, cidade onde vive até hoje. É formado em Tecnologia Eletrônica e em Letras, trabalhando como escritor, editor e professor.

Marcelo é membro ativo da União Brasileira de Escritores (UBE), tendo exercido o cargo de Secretário Geral na gestão 2014/2015 e é também colaborador da Revista ZN, em São Paulo. 

Em 2007 Marcelo estreia com seu primeiro romance O Espúrio pela LCTE Editora, tendo sido o romance traduzido para o alemão em 2014 e publicado pela editora Arara Verlag sob o título São Paulo – Köln. Em 2009 publica o romance policial O corifeu assassino, traduzido para o italiano após quatro anos. Em 2013 a Editora Reformatório, da qual é um dos sócio-editores, publica sua antologia Reminiscências. Organizada por Marcelo Nocelli, a editora Arara Verlag publica em abril de 2016, a antologia Grenzenlos em formato eBook, pondendo também ser adquirida em formato impresso desde 21 de setembro de 2016.

Com contos e crônicas publicados em diversas revistas e na internet, Marcelo foi várias vezes selecionado como finalista em concursos literários. Em 2008 o escritor recebe o Prêmio Lima Barreto – Novos Talentos da Literatura Contemporânea pelo conto Vivendo e aprendendo. Marcelo é autor do blog: www.blogdareformatorio.wordpress.com/marcelo-nocelli/  

 

Paco Steinberg nasceu em 1979 em Curitiba, Paraná. Após conclusão dos estudos em Letras pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Paco começa a trabalhar como redatora e tradutora. Gosta de fumaça, solidão, polêmica, piadas infames, andar à tarde e observar humanos. Sua cor preferida é o sangue. Paco tem medo de aranha, de escuro e de gente muito feliz. São nas rodas de conversa em cafés, com muitas risadas e sustos, que surgem as inspirações para Paco. É autora dos livros Persona (2003), Jack and Bob (2010), Fora Bullying (2014) e coautora da antologia Vem cá que eu te conto (2010). Tem saudades da máquina de escrever e de procurar informações sem o Google. A portas fechadas, a autora dedica-se à escrita, publicando contos pulp na Revista Lama.

Seu desempenho literário foi reconhecido através de prêmios em vários concursos de literatura brasileira, tais como o Prêmio Helena Kolody, o Prêmio Bragança Paulista assim como o Prêmio de Dramaturgia da Prefeitura de Porto Alegre.

Paco escreveu o texto O conto, o autor e eu em 2010.

 

Luiz Bras nasceu em 1968, em Cobra Norato, pequena cidade da mítica em Minas Gerais. É escritor e doutor em Letras pela Universidade de São Paulo (USP). Já publicou diversos livros, entre eles Sozinho no deserto extremo (romance), Pequena coleção de grandes horrores (contos), Muitas peles (artigos e ensaios) e Babel Hotel (romance juvenil) e, em parceria com Tereza Yamashita, os infantis Dias incríveis, A última guerra e Ganhei uma menina!

 Além disso, o autor colabora regularmente com a Folha de São Paulo, resenhando lançamentos do mercado editorial e escreve mensalmente uma coluna no jornal Rascunho, de Curitiba, intitulada Ruído Branco. Também mantém o blogue ObjetoNãoIdentificado: http://luizbras.wordpress.com

 

Bethânia Amaro nasceu em novembro de 1988 no Recife, Pernambuco. Além de trabalhar como advogada e escritora, Bethânia é atualmente mestranda em Direito do Estado na Universidade de São Paulo e advogada.

A autora já participou de diversas antologias de contos e poesias, tendo sido premiada em vários concursos literários no país, dentre os quais o Prêmio Paulo Leminski, em 2013, Prêmio Nacional de Ponta Grossa, em 2012, e o Prêmio Luiz Vilela, em 2010.

O conto O Adeus da Eletricidade foi vencedor do segundo lugar no Prêmio Maximiano Campos de Literatura, em 2010, organizado pelo Instituto Maximiano Campos, no Recife.

 

Flavio Torres nasceu em Niterói, no Rio de Janeiro, em 1980, porém cresceu em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Advogado e escritor, Flavio participou de diversas oficinas literárias com renomados professores de literatura, tais como Léa Masina e Luis Antonio de Assis Brasil. O conto Primeiro foi publicado na coletânea Monstros fora do armário.

 

Zoraya Cesar

Nasci em 1961 no Rio de Janeiro. Jornalista e bacharel em Direito, trabalho como funcionária pública.

Nas horas vagas, eu me dedico a métodos de cura alternativos, como Florais de Bach e Aromaterapia. Além disso, gosto de aprender línguas estrangeiras – não falo maravilhosamente bem, é verdade – inglês, francês, espanhol, italiano e até mesmo alemão. Meu sonho é falar alemão!  Amo viajar, economizo o ano inteiro para poder ir à Europa com minha família uma vez por ano. Já estive na Alemanha três vezes, e pretendo voltar sempre. Fiz um intercâmbio de alemão por duas semanas em Radolfzell, um dos períodos mais felizes da minha vida! Em 2014 passei sete dias no vale dos rios Reno e Mosela (ahhh, os deliciosos vinhos brancos da região...).

Além disso, gosto de correr e nadar na praia, tentei fazer escaladas, mas não adianta, continuo com medo de altura...  Já participei de oficinas para Contadores de Histórias e trabalhei com alfabetização de adultos. Ler é para mim uma necessidade e tenho vários escritores favoritos, porém Jane Eyre, de Charlotte Brontë, e os contos de Dickens são os que mais me empolgam.

Todas as sextas-feiras colaboro com um conto para o site literário www.cronicadodia.com.br, onde meu conto Biografia não autorizada foi publicado.

 

Glauber Vieira

Nasci em Varginha, no Estado de Minas Gerais, porém aos nove anos de idade, mudei-me para Brasília. Ao concluir o curso de Psicologia, comecei a trabalhar em uma clínica no centro da cidade e, mais tarde, a trabalhar no sistema penitenciário local.

A observação de fatos do cotidiano muito me inspira na escrita de meus textos. O fato de trabalhar em uma penitenciária me põe em contato com histórias muito distintas e, por isso, tenho maior facilidade para escrever contos com temática social ou policial.

Com textos publicados em 22 antologias, foi em janeiro de 2016 que foi lançada minha primeira própria coletânea, intitulada Mosaicos, contendo 93 micro-histórias - em parte engraçadas, em parte séias – sobre temas tais como circo, natureza, conflitos sociais, drogas, família etc. Também escrevo poesias que unem elementos tradicionais a visuais, uma interface entre literatura e fotografia. 

Desde 2010, mantenho o blog “Prosas e Viagens” (www.prosaseviagens.blogspot.com), onde publico, além de contos, poesias, pequenos relatos e fotos sobre viagens, outra de minhas paixões. Deseja entrar em contato comigo? Então, escreva para mim:  glaubervieira2004@yahoo.com.br.

 

Débora Ferraz nasceu em 1987 e, desde então sua vida corre na ordem inversa: escrevendo literatura quando era criança (seu primeiro livro de contos, Os Anjos, foi escrito aos 13 anos, publicado aos 16 e recolhido das livrarias pela própria autora, constrangida, aos 17) e entrando no ballet depois de adulta (aos 26 anos, inspirada por Zelda Fitzgerald).

Apesar de ter nascido numa cidade do interior com menos de 100 mil habitantes, há mais de 10 anos vive em João Pessoa, na Paraíba, dividindo o mar e a especulação imobiliária com mais de 780 mil cidadãos que se acotovelam enquanto ela escreve à mão por cafés, praças de alimentação e ônibus urbanos. Seu primeiro romance, Enquanto Deus não está olhando, publicado pela Editora Record em 2014, foi vencedor do Prêmio Sesc de Literatura no mesmo ano. Eleito um dos 13 melhores contos nacionais pelo no Prêmio Sesc-DF Machado de Assis, o conto O filhote de terremoto, publicado originalmente em 2013, deu origem ao curta metragem Catástrofe, criado independentemente pelas mãos do realizador Gian Orsini.

 

Marcelo Maluf nasceu em janeiro de 1974 em Santa Bárbara D’Oeste, São Paulo. É na infância que Marcelo começou a escrever, depois que ficou trancado na biblioteca municipal da cidade onde nasceu. Naquela noite os livros o serviram de cobertor e penetraram em sua pele.

Em 2012 foi lançada sua coletânea de contos Esquece tudo agora (Editora Terracota), na qual o conto Um Nome foi pela primeira vez publicado. Em 2013 Marcelo foi contemplado com uma bolsa de incentivo à criação literária do governo do Estado de São Paulo, para o romance A imensidão íntima dos carneiros, publicado em 2015 pela Editora Reformatório. Este seu romance de estreia recebeu diversas premiações literárias importantes: finalista do Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) em 2015 assim como do Prêmio Jabuti em 2016, além de ser vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura, também em 2016, na categoria autor estreante com mais de 40 anos. Atualmente o autor vive “na beleza do caos de São Paulo”, segundo suas palavras.

 

Mariela Mei nasceu em dezembro de 1983 em Orlândia, São Paulo. É fruta agridoce dos sertões paulistas do Brasil. Bicho alado do mato, gosta do barulho das águas desenhando o riacho como trilha sonora de suas escritas diárias. Nunca colocou os pés para fora do continente americano, mas já conheceu todos os cantos do mundo pelas páginas dos livros.

Mariela mantém um diário eletrônico pessoal quase abandonado (www.gracadesgraca.com) e teve textos publicados em sites e periódicos brasileiros e portugueses.

Osvaldo foi criado em maio de 2011 e, no mesmo ano, Mariela publica seu livro de poesias Bolas de Gude (Editora Multifoco). Em 2014, a Editora Oitava Rima lança Fluxo-verso, o segundo livro de poesias de Mariela, que prepara uma coletânea de seus contos Das nossas mortes.

 

André Ferrer

Eu nasci no Brasil. Ano: 1973. Bandeirantes, minha cidade natal, fica no extremo Norte do Paraná, um estado que recebeu muitos imigrantes alemães durante o século XX.  O bebê era esperado para fevereiro e uma senhora que a minha mãe conhecia na faculdade, muito mística e também impressionada com o que lia nas revistas, arriscou: “vai ser menino e será um astronauta”. Tornei-me farmacêutico e escritor. Sim, aquela senhora não estava de todo errada, uma vez que, para escrever ficção, um técnico precisa de um grau de desprendimento digno daqueles que saem de órbita.

O meu trabalho literário, contudo, baseia-se na realidade urbana do Brasil, um universo que você precisa conhecer! O Brasil é um país cosmopolita, mesmo nas cidadezinhas mais afastadas de São Paulo ou Curitiba. Tudo o que eu escrevo tem, na sua essência, este convite.

 

Veronica Fantoni

Eu nasci em janeiro de 1981, na cidade do Rio de Janeiro. Era verão, fim de tarde e, certamente, quente - isso provavelmente explica a minha necessidade de dias ensolarados. Escrevo há tanto tempo que me arrisco a dizer que é desde sempre - mas sei que o tempo não é importante. O que eu não sei exatamente é de onde vem as palavras ou para onde elas vão, mas sei que preciso delas sempre por perto - e é por isso que sigo buscando a poesia no cotidiano e escrevendo: nos livros, nos sites ou nas cartas de amor. Em poucas palavras, eu diria que sou feita de música, literatura e dias de sol.

O conto Nara foi publicado pela Editora Oito e meio, em outubro de 2013, na coletânea Para Copacabana com Amor.

 

Rennan Martens nasceu em agosto de 1987, na cidade de São Paulo. É escritor, tradutor, editor de literatura e músico. Em meados de 2012 fundou a Reformatório, editora brasileira dedicada à produção literária contemporânea de ficção. Como músico, tem gravado, tocado e participado de diversos projetos diferentes desde 2002 - a maioria deles explorando a música norte-americana e europeia das décadas de 20 e 30, do jazz às canções de cabaré. Como escritor, possui diversos contos e ensaios publicados em diferentes veículos, boa parte deles explorando temas como perda, memória e morte. Entre seus interesses: fotografias antigas e anônimas, filmes noir, Ingmar Bergman e Doppelgänger.

 

Leila Guenther nasceu em 1976, em Blumenau, Santa Catarina. Descende da improvável mistura de alemães e japoneses. Em 2006, publicou pela Editora Ateliê Editorial O voo noturno das galinhas, a coletânea de contos, do qual o conto No caminho do cisne faz parte da seleção. Em 2010 surge a tradução da coletânea para o espanhol em El vuelo nocturno de las gallinas, lançado pela editora espanhola Borrador Editores

A autora participou de outras antologias como 50 versões de amor e prazer: 50 contos eróticos por 13 autoras brasileiras (Geração Editorial, 2012) e Cusco, espejo de cosmografías: antología de relato iberoamericano (Ceques Editores, 2014).

Leila tem um chihuahua chamado Golias. Escuta e lê Leonard Cohen. Queria viver em Paris, Texas, ou entre lobos da estepe. Sente saudades de Kyoto, onde nunca esteve.

 

Joaquim Maria Botelho

Eu nasci há 59 anos, mergulhado em livros. Profissionalmente optei pelo jornalismo, carreira em que me senti muito à vontade, em todos os lugares por onde passei: Revista Manchete, como repórter especial e depois chefe de reportagem, Embraer, como assessor de imprensa, TV Globo como chefe de reportagem, Jornal Valeparaibano, como diretor de redação, Governo do Estado de São Paulo, como diretor de comunicação.

Apenas quando venci meu primeiro concurso literário foi que me atrevi a continuar a escrever ficção. Hoje tenho oito livros publicados, entre eles o romance Costelas de Heitor Batalha e Redação empresarial sem mistérios e, além de livros de contos e um livro infantil.

Presidi a União Brasileira de Escritores (UBE) entre os anos de 2010 e 2015, trabalhando também tradutor de inglês e espanhol e palestrante. O conto inédito A inhuma e o tuiuiú foi escrito em 1991.

 

Andréia Pires nasceu em 10 de dezembro de 1984 no Rio Grande, cidade ao sul do Rio Grande do Sul. Atualmente, a jornalista e escritora é doutoranda em Letras, na área da Escrita Criativa, pela Pontífice Universidade Católica no Rio Grande do Sul (PUC-RS). Em 2012 Andréia publicou o livro de contos De solas e asas e, em 2013, o livro infanto-juvenil Um ninho no estranho. Há mais de dez anos, a autora atua nas áreas de Comunicação, Letras e Educação, integrando o grupo Coletivo Fita Amarela e colaborando com o projeto Invitro, um laboratório de escrita criativa organizado pela Mundo Moinho Casa das Artes. Além disso, a autora publica semanalmente contos no jornal Diário Popular e, uma vez por mês, na revista digital literária Samizdat www.revistasamizdat.com.

 

Hassim Hakim Hallaj nasceu em 1969 na cidade Osasco, São Paulo, mas vive atualmente em Guarulhos, no mesmo estado. Após formar-se pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Hassim atua como poeta, contista, contador de histórias e arte-educador.

O conto O Poderoso Chefão é ainda inédito no Brasil.

 

Danielle Meniche Cruz nasceu em São Paulo em 27 de maio de 1983 em São Paulo e é formada em Propaganda e Marketing. Em outubro de 2011 lançou seu primeiro livro de crônicas, Palavras que Tocam o Coração (Clube de Autores), que reuniu textos publicados no Blog da Meniche. Em 2012 publicou o conto O Guarda-Roupa. Em 2013 participou das antologias Livre para Voar (Andross Editora), Palavra é Arte (Cultura Editorial), Mulheres e Ponto (Litteris Editora) e O Tempo Não Apaga (Celeiro de Escritores). Em agosto de 2015 publicou o livro Breves Coisas da Vida (Chiado Editora) que reúne 48 textos sobre a beleza dos detalhes do cotidiano que passam desapercebidos aos nossos olhos apressados, mas que são eles que, entretanto, moldam a vida.

Além disso, a autora é colunista dos sites Blah Cultural e Arca Literária, colaborando também com outros portais literários. A literatura é, para Danielle, seu propósito de vida.

 

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